segunda-feira, 3 de junho de 2013

Na cidade de João Pessoa, temos como exemplo de modelo de negócio sustentável é o Hotel Verde Green


Para aqueles que querem aproveitar para se exercitar, o Verdegreen Hotel disponibiliza modernas bicicletas para o uso de seus hóspedes. Já a piscina fica localizada na parte frontal do andar térreo com vista para o mar e os jardins suspensos na cobertura do hotel criam um agradável ambiente com vista panorâmica da orla de João Pessoa.

Principais causas sustentáveis:



Durante a Construção

  •      Coleta seletiva de lixo;
  •      Campanha antitabagismo;
  •      Obra não poluente;
  •      Passeio reconstruído;
  •      Maioria dos fornecedores a menos de 80 kms de distância;
  •      Cerâmica natural;
  •      Uso de madeira de reflorestamento;
  •      Reutilização de água;
  •      Materiais ecológicos na ambientação;
  •      Valorização do artesanato local.

Infra-Estrutura
  •      Coleta seletiva de lixo;
  •      Iluminação natural em toda área social;
  •      Reutilização de água;
  •      Sistema de ar-condicionado menos poluente e de baixo consumo;
  •      Uso de aquecimento de água através de aquecimento solar;
  •      Elevadores inteligentes;
  •      Descarga de duplo acionamento;
  •      Horta orgânica.

Ações do Programa Atitude Verde


O Verdegreen Hotel possui um programa, o Atitude Verde, que tem por objetivo executar ações voltadas à responsabilidade sócio-ambiental com o intuito de colaborar significativamente à qualidade da empresa, da sociedade envolvida e do meio ambiente. Conheça mais sobre as nossas ações sustentáveis clicando nos links ao lado.


Não é de se duvidar, os vários prêmios ganhos.

Para fixar mais o assunto segue os vídeos abaixo:






Gestão sustentável precisa se estender ao modelo de negócios


Embora as práticas de sustentabilidade tenham avançado em muitas empresas e façam parte de processos produtivos, ainda é preciso caminhar mais. Os conceitos de sustentabilidade têm de ser incorporados ao modelo de negócio, segundo a segundo a pesquisadora do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral (FDC) Roberta Paro.
A pesquisadora, que conversou com o site da Amcham em junho, quando participou de almoço de planejamento do Prêmio ECO, e voltou a ser consultada em 26/09, acredita que as empresas se depararão cada vez mais com o desafio de refletir sobre a incorporação de conceitos de sustentabilidade na própria gestão, e não apenas nos produtos que fabricam.
“Existe uma expectativa sobre o que elas assimilaram (em termos de sustentabilidade) e também o quanto isso foi transformado em novos modelos de negócios e relacionamento com parceiros e fornecedores”, afirmou Roberta.


O que se espera delas é um pouco mais de mudanças e adequação ao discurso da sustentabilidade. Ou seja, essa incorporação implica em reformulação do modelo de negócios, processo que ainda não está ocorrendo de forma acentuada, de acordo com a pesquisadora.
“Essa é uma etapa de mudança de paradigmas difícil de acontecer. Temos detectado algumas transformações graduais, mas é necessário algo mais qualitativo e que saia do patamar de pequenos incrementos pontuais”, assinalou.
Envolvimento da comunidade local
Em um modelo de negócios onde se prioriza o desenvolvimento sustentável, a inclusão e a formação de parceiros locais é uma forma de estender os benefícios da exploração econômica racional à comunidade.
“É preciso repensar em como uma empresa pode incluir fornecedores que normalmente não o seriam, e modificar a relação de negócios para incluir grupos”, defendeu Roberta.
Como exemplo, ela cita que uma companhia de agronegócio pode chegar em determinada região para produzir, escolhendo uma área e comprando as terras que julga necessárias à sua operação, de forma a adquirir escala de produção e uma relação custo-benefício interessante.
“E se, em vez de fazer tudo isso, ela considerar que há vários produtores pequenos e médios na região? Como a empresa poderia incluí-los em sua cadeia, levando em conta uma eventual dificuldade de logística de eles conseguirem entregar os produtos no padrão desejado?”, questionou.

Uma solução para integrar esses produtores seria a formação de parcerias com entidades públicas e privadas. “É possível negociar com uma instituição financeira para que ela conceda crédito ao pequeno empreendedor”, exemplificou Roberta.
Outra parceria possível seria com órgãos de assistência técnica local, como uma agência pública, para fornecer capacitação gratuitamente, acrescentou.
No modelo tradicional do agrobusiness, as grandes empresas costumam praticar agricultura extensiva, o que é objeto de muitas críticas, como o êxodo rural. Trata-se de um padrão que exclui os pequenos produtores, que vendem suas terras para as grandes redes e vão para as cidades à procura de empregos de baixa remuneração, avalia Roberta.
“Uma empresa poderia pensar em um modelo mais inclusivo quando conhece os impactos do seu negócio na comunidade. Isso sem falar nas questões ambientais, que ela tem que olhar também”, afirmou.

Agora vou falar sobre Modelos de Negócios Sustentáveis 


Você sabia que faltam modelos de negócios sustentáveis no mundo!

Criatividade é grande, mas ainda há amadorismo quando o assunto é ter uma empresa, alertam especialistas


Os empreendedores brasileiros, apesar de criativos, ainda têm pouco conhecimento para formatar modelos negócios sustentáveis no mundo digital. Especialistas e empreendedores digitais participaram no final da manhã desta terça-feira (18) da palestra sobre startups e empreendedorismo digital, promovida pelo Sebrae, na 
Campus 
Party, em São Paulo. As startups são empresas nascentes com menos de dois anos.

A analista técnica do Sebrae, Viviane Vilela, especialista em mídias digitais, acredita que a solução para alavancar novos modelos de negócios seja o investimento em educação. "Quem tem uma idéia boa precisa estudar, pesquisar e ler sobre esse assunto e o mercado para depois procurar entidades como o Sebrae para ajudar a formatar um plano de negócios. O modelo quem deve criar é o empreendedor".
A empresária Carolina Cintra disse que para conseguir o investidor é preciso um plano de negócios com números e informações. "Projetos; e não conseguimos atingir os resultados esperados no primeiro ano. Persistimos e hoje já colhemos os frutos". 
Tudo isso nós mostra, que a questão da Sustentabilidade é algo que ainda está engatinhando na humanidade, antigamente não se tinha o hábito das empresas pensarem nos danos que elas acabam provocando no meio em que estão inclusas, mas a cada novos órgãos estão sendo criados para procurar leis e atitudes mais positivas das instituições.






E aqui na Paraíba que negócios chamam a atenção por ser diferente em algo?

Vou falar da EMPADINHA BARNABÉ




Em 1995, o casal Frederico Duarte e Priscila Barnabé mudou de Niterói-RJ para João Pessoa-PB, devido a uma proposta recebida por Frederico para ser representante de vendas de uma empresa nesta cidade.
Como alternativa de trabalho para Priscila, surgiu a idéia de vender empadinhas. E Empadinhas Barnabé foi o nome escolhido por ser seu sobrenome, consagrando desde então a marca que seria sinônimo de qualidade e aperfeiçoamento constante.
 
Os negócios de Frederico começaram a apresentar resultados pouco satisfatórios e ele resolveu ajudar Priscila no comércio de empadinhas. A princípio, o negócio consistia numa carrocinha com forno à lenha, instalada na orla marítima da praia do Cabo Branco nos finais de semana. Pouco tempo depois, Fred, como é conhecido, abandonou definitivamente a representação e dedicou-se com a esposa exclusivamente ao novo negócio.
 
Como experiência,  resolveram levar para outro lugar a carrocinha com forno à lenha. Optaram em levar num dia de semana logo cedo para o centro da cidade e a instalaram em um ponto de bastante movimento, o Parque Solón de Lucena, a Lagoa. O local não foi favorável às vendas e mesmo após horas, não havia vendido nada. Foi então que uma criança que ali passava falou que no colégio dela venderia muito, pois as crianças iriam adorar. Ouvindo isso, Fred deslocou a carrocinha de imediato para a porta do colégio Marista Pio X, onde, assim que chegou, obteve uma venda bastante animadora.
Com o crescente sucesso do negócio, a marca Empadinhas Barnabé começou a ser referência de qualidade na cidade, sendo necessário ampliar as atividades para atender à demanda. Contrataram alguns funcionários e passaram a operar com três carrocinhas localizadas na porta do Colégio Pio X, na praia do Cabo Branco e no Centro Turístico de Tambaú, na praia de Tambaú.
 
No final de 1996, transferiram a carrocinha do colégio para um posto de gasolina no bairro do Bessa. Vendo um grande movimento de consumidores, o dono do posto ofereceu um quiosque que estava ocioso para instalação da empresa. Logo, foi inaugurado o primeiro quiosque das Empadinhas Barnabé , que virou ponto de encontro aos domingos para as pessoas do bairro e bairros vizinhos.
 
Em 1997, decididos em investir todo seu esforço no negócio que estava sendo rentável e promissor, registraram a marca Empadinhas Barnabé no INPI e constituíram a empresa Barnabé Comércio de Alimentos Ltda. E, logo em seguida, resolveram desativar as carrocinhas de rua e instalaram seu segundo quiosque no bairro de Manaíra, que também foi um sucesso e virou parada obrigatória para os jovens da cidade. Neste ponto deram início ao Disk Barnabé, com entrega de empadinhas em domicílio.
Em seguida, com seu espírito empreendedor, o casal resolveu abrir seu primeiro quiosque em Shopping e inaugurou um quiosque no Mag Shopping, já com projeto de padronização, pensando em expansão através de franquias.
Com uma estrutura maior, agora com três quiosques, foi necessário aumentar a produção de empadinhas. Montaram então, uma cozinha central com câmera fria e estruturaram seu sistema de distribuição adquirindo um veiculo para transporte e abastecimento dos seus pontos de venda. Com isso, a empresa passou a ter grande capacidade de produção, armazenamento e distribuição, com alto padrão de qualidade.
 

Em 2002, visando prestigiar o bairro onde tudo começou, decidiram transferir a loja da quadra de Manaíra para o Cabo Branco, e resolveram reformular a sua entrega em domicilio inaugurando a loja Empadinha Barnabé Express,localizada estrategicamente na rua João Câncio dentro de Manaíra, facilitando assim a sua logística.
Em 2004 após analise de mercado, a empresa abriu mais um ponto de venda, agora na zona sul de João Pessoa no bairro dos Bancários junto ao Shopping Sul, oferecendo o serviço de entrega em domicilio. A partir daí, conseguiram dividir as entregas entre a zona sul e a zona norte da cidade, fazendo com que o serviço se tornasse mais eficiente.
O ano de 2005 foi de muitas mudanças na empresa. Com a contratação de uma assessoria organizacional, a empresa investiu em profissionalismo, tecnologia e descentralização, contratando pessoas para assumir funções dentro de um novo fluxograma organizacional. Também foi aberta neste ano a primeira loja franqueada, inaugurada em dezembro no Shopping Tambiá, sendo essa o projeto piloto para o plano de expansão de franquias.

Como vocês podem vê, é uma história que de algo tão simples como uma empada conseguir construir uma grande empresa, com várias franquias, graças ao seu atendimento diferenciado e a exclusividade só produto.

Depois dessa me deu até fome, vai uma empadinha aí?

                       



http://www.empadinhasbarnabe.com.br/








 




Encontrei esse artigo no administradores.com
 Vale a pena conferir, material de ótima qualidade.
 Como construir um bom modelo de negócio
A batalha do posicionamento no mercado é uma batalha de percepções, portanto, quanto mais claro o seu modelo de negócio, melhor o posicionamento da sua empresa na mente do consumidor.


Sou fã incondicional de Al Ries e Jack Trout, autores dobest seller Marketing de Guerra e tambémPosicionamento Reposicionamento, essencialmente práticos, os quais eu recomendo sem titubear em todas as minhas palestras e treinamentos.
Quando li o primeiro livro citado, ainda na Faculdade, não dei muita bola. Tratei apenas como mais uma recomendação do Professor Daniel Godri, hoje palestrante respeitado e bem posicionado. Se tivesse acompanhado o seu raciocínio na época, estaria tão bem posicionado quanto ele, mas, isso é outra história.
A máxima do posicionamento é conhecida: “quem quer ser tudo para todos acaba não sendo nada”. No mundo dos negócios, significa dizer que a empresa que não tem um posicionamento claro para o seu produto ou serviço, dificilmente conquista um espaço na mente do consumidor.
O posicionamento depende muito do modelo de negocio a ser adotado e este, por sua vez, deve ser construído com base em quatro questões fundamentais, as três primeiras formuladas por Peter Drucker e a quarta por Michael Porter.
No passado, qualquer um iniciava o empreendimento e, de tanto bater cabeça, acabava dando certo. Contudo, a maioria quebrava, por várias razões, dentre elas, a falta de um modelo de negócio e o posicionamento incorreto do produto ou serviço perante o consumidor.
Hoje, o negócio mudou. Em mercados de nicho, cada vez mais segmentados, não dá para sustentar um negócio sem uma mensagem clara o público-alvo. Talvez você não saiba como fazê-la, mas, o público sabe percebê-la, portanto, não inicie nada sem ter a resposta para todas elas. Vejamos:
1)  Em que negocio você está? Qual é o segmento de negócio, com quem você vai disputar mercado, quais são as forças competitivas que atuam no seu ambiente de negócio. Moda é um mercado amplo: masculina, feminina, infantil, juvenil, adulto, executiva, melhor idade, aventura, praia, lingerie, 

2)  O que você realmente vende? Uma coisa é você vender e organizar cerimônias de casamentos; outra coisa é você realizar sonhos e superar as expectativas do futuro casal. Uma coisa é você fazer a contabilidade da empresa; outra coisa é fechar os resultados com a máxima segurança de que o cliente deseja.
3)  Qual e o seu público-alvo? Vivemos num era de competição acirrada onde as estratégias genéricas de Porter definem a maioria dos modelos de negócio: ou você vende commodity e aperta nos custos ou o seu produto e tão interessante e desejado quanto uma Montblanc, uma Harley Davidson ou um Cirque du Soleil para se diferenciar e se distanciar da concorrência.


4)  Quais são as suas vantagens competitivas? Essa questão é mais delicada, a menos que você já tenha estudado minuciosamente as forças e franquezas da concorrência. A questão fundamental é: o que levaria alguém a comprar o seu produto ou serviço se existem milhares de opções no mercado? Preço, prazo, atendimento, desempenho, facilidade de uso, durabilidade?


Ainda que você responda todas elas da melhor maneira possível, isso não garante o posicionamento correto da empresa, o qual depende, basicamente, da percepção de valor por parte do cliente em relação ao seu produto ou serviço. Contudo, é um bom começo.
Conquistar um bom posicionamento é uma tarefa árdua que começa desde o primeiro dia em que a empresa inicia suas atividades e se submete à prova do consumidor cada vez mais exigente. Leva tempo para conquistar a confiança do público. Sem uma mensagem consistente, não há posicionamento que resista.
Para esclarecer um pouco mais o conceito, tente associar um produto ou uma empresa aos seguintes atributos: durabilidade, segurança, design, entretenimento e hambúrguer de qualidadeVocê pode escolher a primeira empresa ou o primeiro produto que vier à mente. No meu caso, eu pensaria em Duracell, Volvo, Apple, Cirque du Soleil e Disney e, por fim, Madero, sem titubear.
Como essas empresas conquistaram uma posição na minha mente? Em parte, o mundo acadêmico contribuiu para ampliar o meu interesse pelo assunto, mas, quando você começa a pensar a respeito, a percepção fica mais clara. Como diria Ries e Trout, a batalha do posicionamento é uma batalha de percepções.
O posicionamento não é uma bobagem criada pelos autores ou marqueteiros de plantão. Quando elaborado de maneira apropriada, representa a eficiência do modelo de negócio adotado. Já pensou no seu modelo?
As recomendações de Guy Kawasaki, ex-evangelista-chefe da Apple, empreendedor e autor do best seller Encantamento, ajudam a entender o conceito. Segundo ele, estes são os predicados que um bom posicionamento deve aspirar:
Seja positivo: os clientes não querem saber se você vai destruir o concorrente, mas, querem conhecer as vantagens que vão obter ao comprar os seus produtos e serviços. Exemplo: a missão do Cirque du Soleil é invocar o imaginário, estimular os sentidos e despertar a emoção das pessoas ao redor do mundo.
Focado no cliente: posicionar-se é dizer o que você pode fazer por seus clientes e não aquilo em que você quer se tornar. Exemplo: a missão da Disney é fazer as pessoas mais felizes; a da Nespresso, proporcionar o café perfeito.
Seja poderoso: os colaboradores e o público em geral precisam acreditar que o que a empresa faz torna o mundo melhor. Exemplo: a missão do Google é organizar as informações do mundo e torna-las mundialmente acessíveis e úteis.
Na prática, se você não construir um modelo de negócio positivo, focado no cliente e poderoso, não há esperança para ele. Minha missão é inspirar pessoas, disseminar ideias e prover soluções para empreendedores. No meu ponto de vista, é bem mais aceitável do que apenas vender livros, palestras e treinamentos.
Espero que isso o ajude a pensar melhor sobre a importância do modelo de negócio e do posicionamento da sua empresa. Qualquer farmacêutico pode fabricar um bom xarope, mas, vender um xarope com gosto de coca cola para ganhar a simpatia de milhões de consumidores, isso é outra história.
Pense nisso, empreenda e seja feliz!
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Agora vou mostrar como se organiza as informações anteriormente expostas.

Esse exemplo é da empres Groupon, que vende compras coletivas onlinne.

São anexados posts coláveis, para que se ocorrer mudanças possa-se retirá-los e substitui-los facilmente do processo. 



E para abordar mais o assunto recomendo vê o vídeo abaixo:


Agora vamos vê detalhadamente sobre o que é mostrado no livro:

                                   

Procura saber para quem está criando valor? Quem são os clientes mais importantes para a empresa?

Daí eles podem ser agrupados em pequenos ou grandes segmentos, existe uma variedade de grupos de clientes e seus referidos segmentos, dependendo da oferta, canais, tipos de relacionamentos,  lucratividade e valores.

                                                        

Exemplo:

Tem como segmento de clientes pessoas da classe C, D e E que precisam de crédito para comprar ou pessoas que buscam preços acessiveís a sua renda e com vários meios de pagamentos.

                                         

Define que valor ($) a empresa proporciona ao cliente? Quais os problemas do cliente ajuda-se a solucionar? Quais as necessidades que são satisfeitas do cliente? Que pacotes diferenciados são feitos para cada segmento de mercado?

Assim a proposta de valor pode ser totalmente inovadora ou pode possuir características já existentes no mercado ou também como incrementa-los.






Exemplo:

Pra se diferenciar da concorrência e atender ao seu segmento a empresa fornece lanches saudaveis, rapidos e personalizados.





Os canais de comercialização são estabelecidos através de: Quais canais o cliente de determinado segmento gostará de ser atendido? Como isso está acontecendo? Como os canais estão sendo integrados? Quais estão funcionando de melhor modo? Quais tem custos menores? Quais os canais de comunicação, venda e distribuição?

Esses canais podem ser diretos ou indiretos, proprietários ou parceiros vai depender se vão servir para o conhecimento, a avaliação, a compra, a entrega e a pós - venda.






Exemplo:


A empresa se comunica com os clientes e tem contato com eles através no marketing através do site, link patrocinado e publicidade onlinne e na parte logística através dos correios e operados privadas.





Busca esclarecer que relacionamento a empresa vai tem com cada tipo de segmento de clientes.

Que tipo de relacionamento cada tipo de cliente de mercado deseja? Qual relação a empresa tem tentado ter? Qual o custo delas? 

Esse relacionamento pode ser tanto tanto de pessoal até automatizado vai depender do intuito de conquistas, retenção e ampliação dos mesmos.



Exemplo:


Através de agencias, agencias Van Gogh, atendimento por telefone, ouvidorias, SAC , internet banking e redes sociais


Qual receita a empresa gera para cada segmento de cliente.

A fonte é gerada através da venda de recursos, a taxa de uso, a taxa de assinatura, aluguel,  o licenciamento. E cada seguimento pode ter mais de uma fonte.




Exemplos:




Sua receita é adquirida a partir da venda de revistas, licenciamento de produtos e venda de animações.



Que recursos chave requerem as propostas de valor, canais de distribuição, relações com clientes e fontes de renda? Quais são os principais recursos que precisa para entregar a proposta de valor?

Os recursos podem ser caracterizados como: físicos, financeiros, humanos ou intelectuais.



Exemplo:


A empresa utiliza dos recursos de Minas, equipamentos e know-how técnico.





 Que atividades chave requerem as propostas de valor, canais de distribuição, relações com clientes e fontes de renda?

As atividades podem estar ligadas aos canais de distribuição, fontes de receitas ou ao relacionamento com o cliente. E tem como característica a produção, resolução de problemas e plataformas.



Exemplo:



A empresa precisa desenvolver novos chocolates, produzir chocolates, gerir as suas franquias. Cuidar da distribuição e vendas.


Quem são os parceiros e fornecedores chave?  Que recursos chave adquirimos dos nossos parceiros? Que atividades chave realizam nossos parceiros?

Existem 4 tipos diferentes: aliança, coopetição, joint venture e fornecedor.



Exemplo:





Para que a empresa possa desenvolver suas atividades ela precisa de fornecedores e franqueadores.




Quais são os custos mais importantes inerentes ao nosso negócio? Quais são os recursos chave mais caros? Quais são as atividades chave mais caras?

Podem ter custo fixo, custo variável, economia de escala e economia de escopo.



Exemplo:

Os seus principais custos, são com aviões, 
manutenção dos aviões, funcionários, marketing, combustível, call center e sistemas de TI.




Isso é a ferramenta também conhecida como Modelo Canvas!